Lavanderia no condomínio sem investimento
A FreshLoop investe nas máquinas, instala o sistema e assume a operação completa. O condomínio cede a área comum e recebe um repasse sobre a receita.
Esta é uma das duas modalidades de implantação. Ela existe para o condomínio que quer a amenidade sem imobilizar recursos e sem assumir manutenção — nem verba aprovada, nem fundo de reserva comprometido, nem síndico virando gestor de lavanderia.
Quem entra com o quê
| Responsabilidade | Como fica | Quem |
|---|---|---|
| Máquinas | Fornecidas e instaladas pela FreshLoop, que permanece proprietária dos equipamentos. | FreshLoop |
| Sistema e implantação | Pagamento digital, liberação automática, painel, QR codes e totem opcional — tudo incluído. | FreshLoop |
| Limpeza e manutenção | Higienização programada, manutenção preventiva e corretiva, peças e mão de obra. | FreshLoop |
| Suporte ao morador | Canal direto FreshLoop para dúvidas e ocorrências, sem passar pelo síndico. | FreshLoop |
| Espaço, água e energia | Área comum com pontos hidráulicos e elétricos; consumo por conta do condomínio, compensado pelo repasse. | Condomínio |
| Receita | Administrada pela FreshLoop, com participação repassada ao condomínio e visível no painel. | FreshLoop e condomínio |
Compromisso de limpeza e manutenção
Roupa limpa começa com máquina limpa. O mau cheiro em lavanderias compartilhadas vem de resíduo de produto e umidade acumulados no tambor, no dispenser e nas borrachas de máquinas que ninguém higieniza. Nesta modalidade isso é responsabilidade nossa — e o sistema garante que aconteça:
- Higienização programada a cada X ciclos. O sistema conta os ciclos de cada máquina e agenda a higienização do tambor automaticamente, retirando a máquina de uso durante o procedimento.
- Limpeza periódica de dispensers, borrachas de porta e filtros, com registro no painel.
- Manutenção preventiva e corretiva com peças e técnico por conta da FreshLoop.
- Monitoramento remoto: máquina parada ou com falha gera alerta na nossa central antes de o morador reclamar.
Vale dizer por que isso importa mais do que parece: a lavanderia coletiva que dá errado quase nunca falha por falta de máquina. Falha porque ninguém era responsável pela limpeza, o morador teve uma experiência ruim e parou de usar. É a dor que mais ouvimos, e a primeira que a operação foi desenhada para eliminar.
Como o condomínio ganha
Sem desembolso, sem aprovação de verba, sem gestão. A lavanderia vira uma amenidade do prédio, o caixa recebe uma participação sobre a receita e o síndico acompanha tudo pelo painel — faturamento, ciclos, alertas e satisfação, com trilha de auditoria e vários usuários por condomínio.
Os detalhes do repasse são definidos na proposta comercial, a partir do número de unidades e de máquinas. Não trabalhamos com valor de tabela: o dimensionamento vem da visita técnica e, quando o síndico quer levar números à assembleia, da pesquisa de interesse com os moradores.
Quando faz mais sentido
- O condomínio não quer imobilizar recursos nem assumir manutenção.
- Há número de unidades suficiente para sustentar a operação.
- Há área comum com água, esgoto e energia.
Se o condomínio tem fundo de reserva disponível, está em obra ou é uma construtora querendo entregar a área comum pronta, a outra modalidade tende a ser melhor: as máquinas viram patrimônio do condomínio e 100% da receita dos ciclos fica com ele. A comparação lado a lado está na página principal da área de condomínios.
O que o morador vê
Nada disso muda a experiência de quem lava a roupa. Cada máquina tem um QR code, o morador lê com a câmera do celular, escolhe o ciclo com o preço na tela, paga com Pix ou cartão e a máquina liga sozinha — sem instalar aplicativo e sem cadastro obrigatório. Um totem na parede é opcional, para quem prefere pagar com o cartão ali mesmo.
Perguntas frequentes
O condomínio paga alguma coisa nessa modalidade?
Não há desembolso inicial nem aprovação de verba para as máquinas ou para o sistema. O condomínio entra com a área comum e com o consumo de água e energia da lavanderia, que é compensado pelo repasse sobre a receita. Os detalhes do repasse são definidos na proposta comercial.
De quem são as máquinas?
Da FreshLoop, que fornece, instala e permanece proprietária dos equipamentos. É essa a diferença central em relação à modalidade em que o condomínio compra as máquinas e fica com 100% da receita dos ciclos.
Quem chama o técnico quando uma máquina quebra?
A FreshLoop. Manutenção preventiva e corretiva, peças e mão de obra são responsabilidade nossa nesta modalidade. O monitoramento remoto gera alerta na nossa central quando uma máquina para ou apresenta falha, normalmente antes de o morador reclamar.
O que o condomínio precisa ter para viabilizar?
Uma área comum com pontos hidráulicos, esgoto e energia, e um número de unidades suficiente para sustentar a operação. A visita técnica avalia espaço, pontos de água, esgoto e energia e a conectividade antes de qualquer proposta.
Quem cuida da limpeza das máquinas?
A FreshLoop, com higienização programada a cada determinado número de ciclos. O sistema conta os ciclos de cada máquina e agenda a higienização do tambor automaticamente, retirando a máquina de uso durante o procedimento. Dispensers, borrachas de porta e filtros têm limpeza periódica com registro no painel.
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A visão geral: como funciona, painel do síndico e as duas modalidades lado a lado.
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Pesquisa de interesse, material de apoio e as objeções que sempre aparecem.
Manutenção por uso real
Odômetro de ciclos, lembrete de revisão e histórico por máquina.
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